Decoração pra homem: Parede descascada

by Eduardo Lautert


Segundou. Acabou a mamata (do fim de semana) e por isso o post de hoje tem aquele caráter contemplativo.

Decoração é um assunto recorrente por aqui. E assim como quando a gente fala sobre moda, nem tudo funciona pra todo mundo e nem tudo agrada todo mundo. Independente disso, a gente fala hoje sobre uma estética que pode muito bem ser adotada em ambientes caseiros de diferentes formas.

A parede descascada e manchada não precisa ser sinônimo de desleixo e falta de capricho. Claro que depende do caso e higiene dentro de casa é fundamental, mas de uns tempos pra cá, mais e mais decoradores e arquitetos têm trazido uma estética também popular na moda, chamado por muitos de destroyed (destruído). E também como na moda, quando adotar, é interessante equilibrar com peças (ou, no caso da decoração), objetos e elementos mais neutros, com menos detalhes para evitar excesso de informação.

Abaixo vai uma galeria para inspirar:


Pea coat

by Eduardo Lautert


Sextou e com a graciosa visita da frente fria, abrimos a temporada dos posts de inverno.

Bastante comum entre homens e mulheres, o pea coat é uma "tendência" lançada pelos marinheiros do início do século passado e que dura até hoje. Tradicionalmente feito de lã e em tons escuros de azul, preto e cinza, ele também pode ser encontrado em algodão ou tecidos mais finos e sintéticos, além de possuir variações interessantes de cores e estampas. Seu abotoamento duplo (transpassado) é outra característica marcante.

De primeira ele pode parecer um casaco formal, quase como um blazer, mas não é para tanto. Ele pode sim ser usado com terno e gravata, mas também pode combinar muito bem com camisetas e calças jeans. Diferente do seu primo, o bridge coat, o pea é mais curto, terminando um pouco abaixo da cintura - o que faz dele um modelo mais versátil - enquanto que o bridge, mais comprido e até mais ajustado, é mais usado em ocasiões formais durante o inverno.

Proteção do frio com elegância e tradição.


Referência pra homem: Justice Smith

by Eduardo Lautert


Chegamos no meio da semana. E vocês sabem o que isso significa.

A referência da semana vem mais uma vez de Hollywood. Nascido em Los Angeles e com descendências africanas e européias, Justice Smith tem se destacado por seus recentes papéis em filmes como “Jurassic World”, “Pokémon: Detective Pikachu” e o recente “All The Bright Places”. E não é só pelas atuações que ele tem ganhado elogios. Seu bom gosto na hora de se vestir rende muitos elogios e um editorial na revista GQ americana no ano passado.

E não é por menos mesmo. Seu guarda-roupas é variado e bastante eclético, refletindo um estilo jovem contemporâneo. Ele flutua muito bem entre estampas, texturas, cores vibrantes e sóbrias. Além, é claro, de respeitar as medidas do corpo dos pés à cabeça independente da ocasião ou da peça. Por tudo isso ele figura na nossa lista de referências de estilo.

Mais evidências logo abaixo:


Casaco chore

by Eduardo Lautert


Segunda-feira e inverno dando as primeiras mostras da sua chegada. Cenário perfeito pro assunto de hoje.

O casaco chore traduz isso muito bem porque é funcional na sua essência. Expliquemos: chore vem do inglês e significa ”trabalho, tarefa, dever". Usado nas décadas de 20 e 30 como um uniforme de trabalho de mecânicos, marceneiros, fazendeiros e demais trabalhadores que precisavam carregar objetos pesados como martelos, chaves e afins consigo, ele foi tomando lugar na moda através de visuais mais rústicos e confortáveis.

Tradicionalmente de jeans ou lona, o casaco chore conta com vários bolsos largos e reforçados e geralmente usa tons azuis e marrons. Não demorou muito para o público adotar aquilo que se tornaria uma excelente alternativa de camada superior usada por cima de camisas, moletons e outros itens mais leves - virando uma peça versátil, atemporal e fácil de combinar.

Abaixo uma breve galeria com sugestões de uso e possibilidades de combinação:


O estilo do Met Gala 2019

by Eduardo Lautert


#Sextou, minha gente. E sim, a gente vai aproveitar o clima de pré-fim de semana para falar sobre o Met Gala.

Aconteceu no último dia 6, no Metropolitan Museum Of Art - em Nova York, mais uma edição de um dos eventos de gala mais importantes da moda internacional. Todo ano, na primeira segunda-feira do mês de maio, o baile reúne celebridades, designers e um grande catálogo de influencers internacionais para lançar a nova exposição do museu e também arrecadar fundos para o departamento de moda do mesmo.

Todo ano também é estipulado um dress code (que pode ou não ser seguido). Para esse ano o tema era baseado no ensaio “Notes On Camp”, da socióloga Susan Sontag, que estuda o amor das pessoas pelo extravagante e o não natural. Na moda, isso se expressa através de visuais extravagantes e irônicos, indo muito além do tradicional black tie.

A gente podia tecer uma centena de comentários sobre o exagero e a ousadia dos looks. Poderíamos reforçar aquela ideia de que o simples muitas vezes é a melhor alternativa e o corte que respeita as medidas do corpo é o ideal. Mas o Baile do Met é diferente, tem outra proposta e uma causa muito importante por trás.

Sendo assim, não vamos comentar os looks. Apenas apreciar o bom humor e a criatividade de cada um enquanto esperamos a chegada de mais um abençoado final de semana.


Príncipe de Gales

by Eduardo Lautert


Começou a semana e nesse clima a gente traz uma dica (não necessariamente uma novidade):

O Príncipe de Gales, como o nome mesmo sugere, vem do Reino Unido. E se vem do Reino Unido, as chances são grandes de estarmos falando de algo que esbanja elegância. Antes chamada de Glen Plaid, a estampa ganhou o novo nome devido ao seu maior entusiasta e responsável pela sua popularidade: o Duke de Windsor, então Príncipe de Gales.

Trata-se de um xadrez clássico, mais formal, sendo uma das estampas mais comuns no ramo da alfaiataria. Suas cores geralmente flutuam entre o cinza, preto, bege, marrom e azul, e a sua composição mais tradicional é feita em lã, podendo variar para o algodão, por exemplo. Suas aplicações são mais comuns em ternos (com colete) e trajes, mas também é comum vermos gravatas, casacos e até bolsas.

Título Real para deixar o figurino ainda mais elegante.


O estilo do Billboard Music Awards 2019

by Eduardo Lautert


#Sextou e a gente estende o tapete vermelho para a chegada do fim de semana.

Realizada no último dia 1º de maio em Las Vegas, na MGM Grand Garden Arena, a cerimônia de entrega dos Billboard Music Awards reuniu alguns dos principais nomes da música contemporânea.

Claro que os melhores e os piores momentos a gente mostra logo abaixo:


Cores que combinam: marrom e azul

by Eduardo Lautert


Chegou a abençoada sexta-feira. E com ela uma dica de combinação de cores que serve para qualquer ocasião e qualquer estação.

Bastante popular no inverno por conta dos casacos, calças e botas, ela pode ser usada nos dias mais quentes da mesma forma. Independente do tom, marrom e azul são cores que ficam muito bem juntas. Pode ser azul claro, marinho, petróleo. Pode ser marrom claro, caramelo, café, etc. O importante é achar o estilo que combina com você e com a situação.

Vale lembrar que essa combinação serve para qualquer peça de roupa. Camiseta e calça, casaco e camisa, sapato e calça, blazer e lenço, gravata e camisa e várias outras. E claro, nada impede de complementar com outras cores - mas cuidado com os exageros. Branco, cinza e preto entram como parceiros discretos na hora de combinar.

Aqui vão alguns exemplos de visuais com marrom e azul:


Referência pra homem: Ashton Sanders

by Eduardo Lautert


A quarta-feira chegou e tá na hora de referência.

Ashton Sanders, para quem ainda não conhece, é um ator americano famoso pelo papel no premiado filme "Moonlight". Também presente nos filmes “Straight Outta Compton” e “O Protetor 2", ele hoje é considerado não apenas uma das grandes apostas do cinema atual, mas também um dos nomes mais promissores da moda contemporânea.

Estampando revistas e matérias em sites de moda, Sanders mostra bastante versatilidade e criatividade na hora de se vestir. Nos eventos formais como festivais e premiações de cinema, trajes muito bem cortados, paletós transpassados, cores sóbrias e estampas elegantes. Nos looks mais despojados, jeans, moletons, camisetas e tênis. Acessórios como colares e anéis ganham espaço, mas de forma discreta e original. Um pouco disso tudo a gente mostra logo abaixo:


Docksides

by Eduardo Lautert


A segunda-feira chegou e a gente entra na semana com mais uma valiosa alternativa ao sapatênis.

Porque sapatênis não é sapato nem tênis. É uma opção ao meio-termo que não agrega elegância e bom gosto ao falso atributo da versatilidade. Pensando nisso, trazemos os docksides. Também chamados de boat shoes (sapatos de barco), eles levam esse nome devido ao solado claro, que não marca a fibra branca dos barcos.

Geralmente de couro e nas cores marrom e marinho, os docksides servem como ótimas opções para ocasiões não muito formais e que pedem mais do que um par de tênis esportivo. Baixos e estreitos, eles pedem uma calça mais ajustada como par ideal, ao mesmo tempo que podem ser usados com ou sem meia. Bermudas estão liberadas, mas também devem ter um corte preciso, de preferência sem passar do joelho.

A galeria abaixo reúne diferentes modelos e formas de usar:


Referência pra homem: Sean Sullivan

by Eduardo Lautert


Quarta-feira, consagrados. Vocês sabem o que isso significa.

Sean Sullivan é o cara por trás do incrível Impossible Cool, um site que reúne as imagens mais bacanas do mundo. Seu estilo simples e certeiro é definido por ele mesmo: "simplicidade na sua melhor forma sempre vence".

Trench coats, jaquetas jeans, couro, botas e apenas os acessórios necessários criam um visual a ser copiado. Nada de muitas estampas, cores ou modismos. Sean imprime nas suas roupas a mesma identidade clean e 'matadora' que a gente encontra no Impossible Cool. Sem nunca esquecer, claro, das medidas precisas - que deixam até o visual mais básico em algo elegante e digno do título de referência.


Decoração pra homem: Histórias de Casa

by Eduardo Lautert


O fim de semana passou voando e a gente tá de volta com mais uma dica que é pura inspiração.

Histórias de Casa é um blog (que também tem Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e etc) totalmente voltado a decoração. Um conteúdo autoral que reúne diferentes tipos de lar (casa, apartamento ou o que for) e ainda conta um pouco da história de quem vive ali.

São registros que mostram que um ambiente bem decorado e uma casa aconchegante nem sempre vão ser sinônimo de dinheiro, grifes ou projetos elaborados. Muitas vezes - e esse blog tá cheio disso - o que mais vale é o afeto, o gosto pessoal de cada pessoa e como organizar tudo de forma harmônica e verdadeira. Porque nem sempre seguir um padrão vai ser sinônimo de bom gosto. É assim com a moda, pode ser assim com a decoração.

E quando o assunto é referência, pode vir que aqui tem de sobra.


Youtube pra homem: Sneaker Shopping

by Eduardo Lautert


Chegou a sexta-feira e antes que “Game of Thrones” tome conta da grande rede mundial, trazemos aqui uma outra dica de conteúdo.

Sneaker Shopping, por mais explicativo que seja o título, é também uma série de entrevistas com famosos a respeito de tênis. Onde? Em lojas especializadas, claro. Liderado pelo Diretor de Estratégia e Conteúdo da Complex e também autoridade mundial no assunto, Joe La Puma, os vídeos são divididos em duas partes: uma conversa sobre a cultura do tênis ao longo da vida do convidado e em seguida o momento de compras, no qual o entrevistado compra os tênis.

Popular nos Estados Unidos desde os anos 80, a cultura do sneaker tem ganhado cada vez mais espaço em outros países - inclusive no Brasil. Colaborações entre marcas, estilistas e celebridades catapultam cada vez mais um mercado que, ao que tudo indica, não deve frear tão cedo.

Bom fim de semana e boas compras.


Referência pra homem: Kit Harington

by Eduardo Lautert


Quartou, minha gente. E pra quem tá na contagem regressiva para o retorno de “Game Of Thrones”, atenção:

Precisamos falar sobre Kit Harington. Na verdade já falamos - previsível, né? - afinal a sua presença em eventos e prêmios nunca passa despercebida. E hoje ele ganha o merecido espaço enquanto referência de estilo. Londrino de 32 anos e no papel de Jon Snow desde 2011, a elegância de Harington já foi assunto de diferentes publicações, rendendo títulos de um dos homens mais bem vestidos do Reino Unido diversas vezes. Além de editoriais e capas de revistas como GQ, Esquire, InStyle e Vanity Fair.

Quando observamos o seu guarda-roupas, notamos o mesmo padrão da maioria dos ícones de estilo masculino: não tem brilho, não tem cores chamativas e estampas exageradas. Sem graça? Que nada. Kit Harington tem a sabedoria pra se destacar através de combinações com cores sóbrias e discretas como preto, marrom, azul, cinza e branco. E claro, prestando muita atenção nas medidas de cada peça, ele garante um figurino infalível mesmo que com peças básicas. Calça skinny, camisetas lisas, jaquetas e acessórios como boinas e cachecóis são recorrentes. A galeria abaixo sintetiza isso tudo:


O estilo do Lollapalooza Brasil 2019

by Eduardo Lautert


Sim, como todo mundo provavelmente acompanhou, no último fim de semana aconteceu mais uma edição do Lollapalooza Brasil.

Separado entre sexta, sábado e domingo, o festival reuniu mais de 200 mil pessoas (no total) e muita gente bem vestida em cima do palco e na plateia. Os destaques, como sempre, a gente lista aqui embaixo:


Todo mundo deveria ter um blazer transpassado

by Eduardo Lautert


#Sextou, leitores. E novamente a gente entra no clima do fim de semana com bastante elegância.

Já falamos aqui algumas vezes, mas não custa reforçar: todo mundo deveria ter um blazer transpassado. Por que? Porque ele é uma das melhores formas de unir bom gosto com formalidade. Seu corte é mais acinturado do que o blazer comum e marca a silhueta de uma forma mais precisa.

Mas precisa ser formal? Não. Assim como o blazer de abotoamento simples, é possível compor figurinos dos mais variados estilos para as mais variadas situações. Pode usar com camisa, gravata, calça social e sapato e pode usar com camiseta, calça jeans e tênis. Para não errar no tamanho, certifique-se de que a manga termina no pulso (com o braço em repouso ao lado do corpo) e a cintura não fica nem justa nem folgada. O comprimento também é medido com o braço ao lado do corpo, e o fim do blazer deve acabar na altura do carpo ou metacarpo do polegar. Lembrando sempre que, quando fechado, deixar desabotoado o primeiro botão (de baixo para cima).

Ainda não sabe se combina? Abaixo montamos uma galeria com diferentes formas de usar e combinar:


Referência pra homem: Winston Duke

by Eduardo Lautert


Chegou a quarta-feira, minha gente. E tem referência de primeira pra vocês logo abaixo:

Winston Duke entrou no radar da mídia mundial depois da sua atuação em “Pantera Negra” - ele vive o personagem M'Baku. Protagonista do filme “Nós”, o mais recente do diretor Jordan Peele, Duke tem dado o que falar com as suas escolhas de figurino. E nem todas se encaixam num padrão tradicional.

Com quase 2 metros de altura e pesando mais de 100 quilos, ele consegue ser destaque de uma forma elegante. Apostando em cortes slim, por exemplo. E a nossa referência faz isso com primor, já que roupas muito folgadas ou justas apenas evidenciam suas grandes proporções. Já que quase tudo num cara como Winston Duke toma uma medida maior, apostar em texturas e cores menos chamativas funciona também. Ou seja: através de tons como preto, cinza, azul, branco, marrom e verde, ao mesmo tempo que com micro estampas e xadrez com listras delicadas temos um visual mais adequado. Por último, mas nunca menos importante: o cabelo. Caprichado, mas sem exagero. A união perfeita do visual natural com uma dose importante de bom gosto.


Instagram pra homem: Button Brothers

by Eduardo Lautert


#sextou e a gente não quer pensar em nada, só quer que o fim de semana chegue logo. Por isso hoje a gente vêm com mais uma dica de perfil legal para seguir no Instagram.

Button Brothers é uma marca de alfaiataria australiana fundada por Palmer Mutandwa e Marvin Holder. Seu perfil na rede social concentra um acervo enorme de referências de trajes e composições elegantes. Das mais formais aos mais despojados. Claro que tudo envolve alfaiataria, tecidos nobres e acessórios chiques.

Cores, estampas e texturas variadas e cortes impecáveis. Tudo com um toque contemporâneo diferenciado. É aí que reside o principal ponto de referência do @buttonbrothers. É aí que reside a motivação por mais um perfil elegante no feed do Instagram.


Referência pra homem: Carlos Castillo

by Eduardo Lautert


A referência da semana mais uma vez é alguém que entende bastante de moda.

Carlos Castillo é dono e criador da marca Man 1924, uma grife de roupas masculinas de origem espanhola. Sua figura é outra carimbada nos principais blogs e sites de moda - bem como eventos e desfiles pela Europa.

Adepto da barba grande, Castillo sabe se vestir muito bem e sem se restringir a um único estilo. Suas combinações flutuam por diferentes cores, estampas e texturas. É comum vermos ele usando moletom, paletó, calça de alfaiataria e tênis, por exemplo. O mesmo bom gosto se transfere também para os acessórios, que são muito bem escolhidos e usados na quantidade certa.

O jeito meio despojado revela uma certa despreocupação com as roupas. Mas não que nem muitos homens acima dos 40 anos, que deixam de se importar com o caimento e o corte das peças. Castillo opta por modelos menos estruturados e mais confortáveis que obedecem as medidas com precisão para criar um visual elegantemente despojado que não esconde a idade.


Platinado

by Eduardo Lautert


Terçou, meu Brasil. Então senta que lá vem polêmica.

Na verdade só é polêmica pra quem quer. Acontece que recentemente temos visto uma onde de cabelos platinados - e não só no time do Flamengo. Um dos últimos a adotar o visual foi o ator Channing Tatum, que inclusive postou uma foto no Instagram pedindo a opinião do público (59% achou uma má ideia, aliás).

E pra falar a verdade tá tudo certo. Adotar a coloração por vezes polêmica é sim válido. Chocante em alguns casos e chamativo demais em outros. Por isso a nossa dica é: na medida do possível, manter a coisa no seu nível mais natural. Cortes de cabelo mais discretos, não descer a tinta para a barba e ter uma boa dose de autocrítica na hora de avaliar se vale o investimento são essenciais. De resto, desapeguemos. Em menos de um mês já volta ao normal…

Abaixo vão algumas imagens para inspirar os indecisos e curiosos: