O estilo do Torneio de Wimbledon 2019

by Eduardo Lautert


A semana tá começando e por isso o post de hoje entra naquela categoria “post contemplativo”.

Terminou ontem, na Inglaterra, a 133ª edição do Aberto da Inglaterra - o tradicionalíssimo torneio de tênis de Wimbledon. Para muitos, o mais prestigiado dos quatro Grand Slams do circuito, o campeonato - único jogado em quadras de grama - conta com um dress code rigoroso e muito elegante. Dentro e fora das quadras.

Jogadores e jogadoras devem seguir a tradição de roupa branca da cabeça aos pés, por exemplo. E na platéia, principalmente no Royal Box (a tribuna de honra onde sentam os principais convidados), a regra pede “vestido recatado para mulheres e blazer, gravata e sapatos adequados para homens".

Isso somado ao fato de muita gente habitualmente elegante figurar na lista de presentes, temos o que? Uma galeria muito rica em referências:


Roubar cor

by Eduardo Lautert


Embalados pelo clima frio e da sexta-feira, hoje a gente traz uma dica que pode ajudar muito na hora de combinar a roupa.

Roubar cor. Já falamos disso aqui diversas vezes - direta ou indiretamente. Na essência ela serve como dica para combinar qualquer coisa e não só roupas. Como o nome sugere, trata-se de usar cores já presentes para criar harmonia e unidade no figurino. Não é inédito, mas lembrar de repetir cores, mesmo que não num conjunto monocromático, pode ser uma alternativa elegante de se manter dentro de um padrão de cores e tons ao mesmo tempo que facilita a montagem do look.

Isso vale pra qualquer ocasião e qualquer estação - embora seja no inverno que a necessidade de combinar mais peças aumenta. Abaixo a gente mostra alguns exemplos como camiseta da cor do tênis, gravata da cor do sapato, cinto da cor da bota, jaqueta da cor do cachecol e etc:


Referência pra homem: Sir Paul Smith

by Eduardo Lautert


O post de hoje mistura referência com homenagem.

Isso porque no último dia 5 foi aniversário de Sir Paul Smith, um dos mais importantes designers do Reino Unido. Aos 73 anos de idade, ele já contabiliza quase 50 anos de carreira e incontáveis motivos para ser considerado uma referência de estilo.

Com sua marca homônima, o inglês se tornou um dos principais nomes da moda masculina através de coleções cheias de cores e estampas - sem nunca perder a essência mod e a influência da tradicional moda britânica. Em contraponto, seu guarda-roupas se mantém discreto, com trajes que raramente fogem dos tons de azul, cinza, preto e marrom. Lenços, cachecóis, meias e outros acessórios trazem pontos de cor de forma delicada e muito pontual.

Sir Paul Smith é excelente desmistificação do perfil ‘homem de 70 anos'. Apesar de ser um usuário assíduo da alfaiataria, suas roupas sempre trazem conforto e bom gosto com bastante atenção para as medidas. Entusiasta das bicicletas há muitas décadas, ele consegue unir o estilo formal com o esportivo de forma natural e discreta.

A galeria abaixo explica um pouco disso tudo enquanto que encerra a nossa homenagem a esse ícone incontestável que serve de referência para homens de todas as idades.


Sobreposição

by Eduardo Lautert


Assim como é na sexta que as pessoas ficam mais felizes, é no inverno que elas ficam mais bem vestidas.

Pensando nisso, trazemos aqui uma das alternativas mais clássicas, práticas e elegantes para looks de frio: a sobreposição - ou as camadas. Não tem muita regra, mas exige bom senso e atenção para algumas dicas simples.

Por exemplo: por uma questão lógica (ou de logística), siga uma ordem de tamanhos e expessuras, indo das peças mais leves e menores até as mais grossas e maiores; cores, estampas e texturas estão liberadas de acordo com o gosto pessoal (mas lembre-se de tentar equilibrar com peças lisas); tons de azul, marrom, cinza, verde, preto e branco são praticamente infalíveis e fáceis de combinar; misturar estilos pode ser uma ótima ideia (ex: camisa, moletom e paletó / camiseta, jaqueta e casaco), mas lembre de estar adequado a ocsasião; o conforto vem em primeiro lugar, ou seja, mantenha-se devidamente aquecido e com liberdade de movimentos.

Pra ajudar, abaixo vai uma galeria com 50 (sim, cinquenta) diferentes usos da sobreposição:


Referência pra homem: Caleb McLaughlin

by Eduardo Lautert


É quarta-feira, dia internacional das referências por aqui.

Isso somado ao fato de que amanhã (dia 4 de julho) estreia a 3ª temporada de “Stranger Things”, nos sentimos na obrigação de falar sobre Caleb McLaughlin.

No papel de Lucas, ele meio que se limita a um guarda-roupa dos anos 80 - fato que por si só não deve ser considerado limitado. Mas faz sentido que fora do personagem, o ator de 17 anos queira investir em looks contemporâneos e mais adequados ao ano 2019.

Misturando estampas, cores e texturas, Caleb cria um visual bem particular e original, e que mesmo com todas essas informações ainda faz sentido e representa o seu estilo pessoal. Os tênis falam muito nesse sentido - ele é um cultuado sneakerhead. Ainda temos jaquetas, calças jeans e alfaiataria com diferentes usos. Sempre respeitando suas medidas (que ainda vão mudar bastante) e criando uma excelente união de estilos que prova que a pouca idade não é garantia de pouca sabedoria.


Ponchos, xales e derivados

by Eduardo Lautert


Começou a semana e começou com previsões de frio para boa parte do país. É por isso que hoje mais uma vez trazemos uma dica de como sobreviver com praticidade, elegância e o mais importante: conforto.

Ponchos, xales e mantas podem ser ótimas alternativas para os dias frios porque são práticos - é só enfiar a cabeça no buraco (no caso do poncho) ou se enrolar no xale e pronto. Tradicionalmente de lã ou malha, essas peças datam do século 19, sendo usados por povos nativos da Bolívia, Chile, Equador e Peru como proteção para o frio e também chuva. No sul do Brasil, assim como no Uruguai e na Argentina, são peças clássicas do figurino de inverno de quem vive e trabalha no campo.

Hoje em dia é comum vermos nas semanas de moda de inverno, homens e mulheres com ponchos e xales como alternativas aos casacos e jaquetas. Eles podem ser lisos ou estampados, podendo seguir desenhos étnicos ou grafismos mais modernos. Ótimos para criar visuais com sobreposição, as cores mais tradicionais são marrom, preto e cinza e por isso facilitam combinações com outras peças.

Abaixo montamos uma galeria com diferentes formas de usar e se proteger do frio com bom gosto.


Referência pra homem: Alexandre Mattiussi

by Eduardo Lautert


Adentramos a quarta-feira e novamente acompanhados de um ícone de estilo.

Alexandre Mattiussi é um estilista parisiense fundador da Ami e pra muita gente tem sido um dos nomes mais promissores da moda atual. E diferente do que pode se imaginar, Alexandre não é daqueles estilistas que veste um monte de roupa diferente (nada contra esse perfil). Ele prefere se manter dentro dum padrão francês clássico com toques e detalhes contemporâneos para criar figurinos básicos, confortáveis e muito elegantes.

Ele entra aqui como referência porque é um exemplo de como peças simples e bem cortadas, com cores sóbrias e poucas estampas podem criar conjuntos possíveis para diferentes ocasiões. Blazer sobre camiseta, calça jeans e tênis; Moletom, calça de alfaiataria e coturno; Jaqueta jeans, camisa, calça de moletom e sapato. São misturas incialmente inusitadas, mas que mantendo o equilíbrio de cores (como azul, preto, cinza, marrom e branco) e a atenção para um corte slim (não o skinny desconfortável e nem o folgado desleixado) deixam qualquer homem bem vestido.


O estilo do Draft da NBA 2019

by Eduardo Lautert


A semana tá só começando e a gente já tem uma galeria de peso por aqui.

É porque rolou na última quinta-feira o draft da NBA 2019 - o evento onde os times da liga recrutam os principais talentos das universidades e outros países. E como elegância e bom gosto não são exclusividade dos mais experientes (ainda mais com a exposição cada vez mais precoce dos jovens talentos), o evento também foi palco de figurinos inspirados e combinações repletas de bom gosto.

Abaixo a gente lista alguns:


Referência pra homem: Jim Chapman

by Eduardo Lautert


Bem-vinda, quarta-feira. E bem-vindo, ícone de estilo da semana.

Jim Chapman é youtuber, escritor, modelo e o escolhido de hoje. Seu canal no Youtube, no qual ele compartilha dicas de moda, viagem e lifestyle possui mais de 2 milhões de inscritos. O Instagram e o Twitter, somados, chegam a 3 milhões de seguidores. Ou seja, mesmo com a margem de erro, podemos concluir que milhões de pessoas concordam com a gente na hora de chamá-lo de referência.

E a vida de celebridade rendeu muito mais do que seguidores. Jim é mais um que figura nas cobiçadas listas de mais bem vestidos do ano. Ao lado de caras como David Beckham, Benedict Cumberbatch, David Gandy e Eddie Redmayne, Jim não deve em nada no quesito estilo e bom gosto. Seus trajes são sempre bem alinhados e suas combinações são sempre inteligentes. Com peças comuns e looks que não precisam de exageros para chamar atenção, ele usa a precisão nas medidas e a sabedoria na hora de escolher as cores e tons certos para ser mais um cara elegante com um guarda-roupas acessível.


O estilo da NBA 2019

by Eduardo Lautert


Mais uma semana que começa e mais uma temporada da NBA que termina.

E como tem sido cada vez mais frequente, a moda tem papel fundamental no dia a dia do esporte. E não é só dentro de quadra, com os sneakers personalizados e suas edições limitadas. Fora das quadras cada vez mais jogadores profissionais se mostram verdadeiros ícones de estilo, desfilando com looks elegantes e dignos de post em blogs de moda.

Dado isso, hoje celebramos o final de mais uma incrível temporada com os 10 jogadores mais bem vestidos do ano. Sem ordem, é claro. Afinal de campeão já basta o Toronto Raptots:


Botas brogue

by Eduardo Lautert


#sextou e a gente só quer ver o fim de semana chegar duma vez.

E sabe quem mais chegou? O inverno. Devagarinho, em algumas partes do país… Mas ele tá chegando sim. E não tem como falar de moda de inverno sem falar delas: as botas. Por isso que hoje a gente aborda o tema e ainda especifica em um modelo clássico que é pura elegância.

Brogue vem de "bróg” e significa sapato nos idiomas primitivos da Grã Bretanha na Idade Média. Caracterizado pelos furos e ornamentos no couro pesado, os chamados ‘brogueing’, que serviam para drenar a água, essas botas tem os tons de marrom e preto como seus principais expoentes. Suas combinações podem ir desde conjuntos despojados com calça jeans, chinos e peças básicas, até trajes e ternos formais (bermudas não, ok?). Na hora de escolher, prefira os modelos mais discretos, com menos brilho e desenhos.

Abaixo a gente separou uma galeria com referência de cores, modelos e combinações:


Referência pra homem: Karamo Brown

by Eduardo Lautert


#Quartou, minha gente. Então vamos ao que interessa.

A referência dessa semana vem direto do Netflix. Karamo Brown é um apresentador americano atualmente no comando (junto de outros 4 apresentadores) do programa Queer Eye. Com passagens por MTV, HuffPost e HNL, ele virou sinônimo de bom gosto e elegância por trás de famosos reality shows americanos. Ativista dos direitos e saúde LGBT, ele também tem participações em ONGs e iniciativas de direitos humanos como principais atividades.

Apesar de ser o ‘expert de cultura e lifestyle’ na série “Queer Eye”, seu guarda-roupas demonstra uma enorme afinidade com a moda. Peças dos mais variados estilos e muita habilidade para combinar cores, estampas e texturas. Nos tapetes vermelhos de prêmios e eventos, trajes muito bem cortados, unindo cores sóbrias com bastante atenção. Nos momentos mais despojados, peças confortáveis com espaço para combinações mais ousadas sem nunca perder a atenção para as medidas - sempre conhecendo bem o limite entre o elegante e o exagerado.


O estilo do Tony Awards 2019

by Eduardo Lautert


Mais uma semana que abre com tapete vermelho.

Aconteceu ontem, em Nova York, a 73ª edição do Tony Awards, o Oscar do teatro americano, celebrando os principais destaques dos palcos da última temporada. Apresentado pelo sempre elegante e divertido James Corden, a premiação também contou com estrelas do cinema e da televisão desfilando looks impecáveis.

Abaixo, como manda a tradição, uma galeria com os destaques:


O Talentoso Ripley - o filme

by Eduardo Lautert


#Sextou e se a ideia é curtir o final de semana e o inverno que já assola boa parte do país, temos uma dica elegante e excitante:

"O Talentoso Ripley", filme de 1999, é o uma ótima opção de entretenimento. Com um trio ainda jovem, talentoso e muito elegante formado por Matt Damon, Jude Law e Gwyneth Paltrow essa é mais uma película presente na nossa galeria dos filmes mais elegantes da história. Situado em sua maior parte na Europa, nas belíssimas cidades litorâneas da Itália, não é só o figurino e os atores que trazem beleza e graça para a tela.

Ripley (Damon) é um jovem inteligente e (né) talentoso, que viaja para a Europa em busca do filho de um grande empresário americano. Mordomias, badalações e intrigas nos melhores cenários europeus desenrolam uma produção cujo figurino é, até hoje, extremamente elogiado - servindo de inspiração para editoriais e coleções de moda desde então. Roupas com a temática náutica, penteados requintados e trajes muito bem combinados entre cores e estampas são alguns dos ingredientes que tornaram desse filme um clássico indicado a cinco Oscars e cinco Globo de Ouro.


Referência pra homem: Christopher Abbott

by Eduardo Lautert


#Quartou, pessoal. E vocês sabem o que isso significa.

A referência dessa semana vem do cinema. Christopher Jacob Abbott é um ator americano mais conhecido pelo papel de Charlie Dattolo na série "Girls", e que também aparece no filme "O Primeiro Homem" - como o astronauta David Scott, em “Vox Lux” e na série “Catch-22” - dirigida por George Clooney. Premiado e elogiado também como ator de teatro, hoje ele cumpre o papel de ícone de estilo com muito louvor.

Seu guarda-roupas é daquele jeito que a gente gosta: variado e ao mesmo tempo simples. Como? Texturas e estampas discretas, cores fáceis de combinar como marrom, cinza, azul, branco e preto, peças tradicionais e muita atenção para as medidas. Parece simples. E é simples. Quando cada um desses aspectos é respeitado e seguido sem perder o próprio estilo, é praticamente impossível não criar um figurino elegante. Independente se é um jeans com camiseta ou um traje social. Christopher Abbott é mais um dos tantos exemplos citados aqui que segue essas pequenas “regras” na hora de se vestir. Prova disso está na galeria logo abaixo:


Look da Festa Junina

by Eduardo Lautert


Adentramos junho com a graça dos dias mais frios na nossa cola.

E como é de se imaginar, as festas de São João chegam para aquecer e animar os nossos corações.

Mas e o look? O que vestir na Festa Junina? Essa é uma pergunta que todo ano a gente recebe. E a resposta é sempre a mesma: tanto faz. São João é lugar pra dançar, beber, se divertir e não deveria existir um dress code pra isso.

Mesmo assim, há quem faça questão. E é por consideração a essas pessoas que juntamos aqui 25 looks que combinam com o mood junino e com qualquer outra ocasião. O xadrez é infalível e sempre vai ser uma alternativa válida, mas também dá pra investir em listras, jeans, couro, estampas, tons terrosos e outras texturas. Botas, chapéus e outros acessórios são bem-vindos. Mas lembre-se daquela máxima de que forçar a barra é o primeiro passo para ficar mal vestido. E manter o aspecto natural e genuíno é fundamental para criar um visual elegante e, se for o caso, digno de São João.


Calça cáqui

by Eduardo Lautert


Khak, do persa, significa pó/empoeirado/cor de terra. Cáqui, no bom português, significa excelente alternativa para a calça jeans ou social.

Usado por muitos exércitos e até escoteiros, esse modelo virou uma peça fundamental no armário do homem moderno. Como dissemos ali em cima, sua cor geralmente varia entre os tons terrosos, semelhante ao bege e marrom. Assim como as calças chino, a cáqui se torna uma alternativa interessante para o dia a dia, independente da ocasião ou do clima.

Como também já falamos aqui, esse tipo de tom vai bem com inúmeras cores. Azul, preto, branco e cinza são algumas das combinações mais indicadas. Lembrando também que a regra de roubar cor pode se fazer presente sempre que necessário.

Abaixo a gente reuniu uma galeria com diversas opções de uso e possíveis combinações:


Referência pra homem: Ben Cobb

by Eduardo Lautert


A quarta-feira das referências tá de volta.

E não, a gente não tá nos anos 70. Mas o ícone dessa semana bem que poderia estar. Ben Cobb é o editor da revista internacional bianual Another Man. Famoso e frequentemente fotografado nos principais eventos de moda ao redor do mundo, Cobb é uma referência não apenas de elegância e bom gosto, mas de originalidade e identidade.

Como ele mesmo se descreve: "Meu visual é muito inspirado nos anos 70 - camisa desabotoada, jóias, alfaiataria, calça flare e sempre com uma bota de salto. Para mim, é a década mais chique da moda masculina". Aí você pode pensar “não é pra mim". Tudo bem, talvez não seja. Mas desapeguemos do visual e entremos na parte mais profunda, quando estilo deixa de ser um termo para definir roupa e vira a essência, algo que vem de dentro para fora e cria looks de uma forma verdadeira e natural.

Então, se Ben Cobb não é inspiração pelas roupas, que seja pela atitude de vestir o que combina com a sua personalidade. E isso, caros leitores, é moda.


O estilo do Festival de Cinema de Cannes 2019

by Eduardo Lautert


A semana tá começando. E com tapete vermelho e tudo a gente fala de um dos eventos mais elegantes do cinema internacional.

Terminou no último sábado a 72ª edição do Festival Internacional de Cinema de Cannes. Com destaque muito especial para “Bacurau” e “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, produções brasileiras vencedoras do prêmio do juri e da mostra Um Certo Olhar respectivamente, a Riviera Francesa recebeu alguns dos principais nomes do cinema e da cultura contemporânea em trajes inspirados. Divididos em momentos despojados durante o dia e formais nas exibições e premiações, o festival nos presenteia com looks dignos de aplausos de pé.

Vamos a alguns deles.


Referência pra homem: Nick Fouquet

by Eduardo Lautert


Chegamos no meio da semana. E vocês sabem o que isso significa: dia de referência.

Nick Fouquet é o cara por trás dos chapéus de de alguns dos artistas e esportistas mais famosos da atualidade. Nascido em Nova York, ele viveu na França e depois viajou para Austrália, Nepal, Marrocos, Nova Zelândia, Tailândia, Peru e Brasil antes de se estabelecer e criar a marca de chapéus homônima em Venice - Califórnia. Com uma produção tradicional e bastante artesanal, seus chapéus chegam a custar mais de mil dólares e o mailing de clientes tem nomes como Bob Dylan, Kate Moss, Lebron James, Gigi Hadid e David Beckham.

Mas não é só o chapéu que faz dele uma referência.

Dono de um estilo que mistura diferentes referências, ele une elementos da cultura country com uma pegada surfista e rock'n’roll. Como? Mesclando peças como jeans, couro, tênis de lona, flanelas, botas, lenços e acessórios como anéis, pulseiras e colares. Sem falar dos chapéus, óbvio. Sempre com abas mais longas e aspectos naturais, ele é uma referência infalível também na hora de adotar tal acessório. Estampas? Brilhos? Muito pouco. O mérito fica na combinação de cores e texturas naturais com bastante bom gosto e uma boa dose de desleixo. Afinal, como a gente sempre fala, quando a gente força a barra, o resultado fica ruim.