O estilo do Draft da NBA 2019

by Eduardo Lautert


A semana tá só começando e a gente já tem uma galeria de peso por aqui.

É porque rolou na última quinta-feira o draft da NBA 2019 - o evento onde os times da liga recrutam os principais talentos das universidades e outros países. E como elegância e bom gosto não são exclusividade dos mais experientes (ainda mais com a exposição cada vez mais precoce dos jovens talentos), o evento também foi palco de figurinos inspirados e combinações repletas de bom gosto.

Abaixo a gente lista alguns:


Referência pra homem: Jim Chapman

by Eduardo Lautert


Bem-vinda, quarta-feira. E bem-vindo, ícone de estilo da semana.

Jim Chapman é youtuber, escritor, modelo e o escolhido de hoje. Seu canal no Youtube, no qual ele compartilha dicas de moda, viagem e lifestyle possui mais de 2 milhões de inscritos. O Instagram e o Twitter, somados, chegam a 3 milhões de seguidores. Ou seja, mesmo com a margem de erro, podemos concluir que milhões de pessoas concordam com a gente na hora de chamá-lo de referência.

E a vida de celebridade rendeu muito mais do que seguidores. Jim é mais um que figura nas cobiçadas listas de mais bem vestidos do ano. Ao lado de caras como David Beckham, Benedict Cumberbatch, David Gandy e Eddie Redmayne, Jim não deve em nada no quesito estilo e bom gosto. Seus trajes são sempre bem alinhados e suas combinações são sempre inteligentes. Com peças comuns e looks que não precisam de exageros para chamar atenção, ele usa a precisão nas medidas e a sabedoria na hora de escolher as cores e tons certos para ser mais um cara elegante com um guarda-roupas acessível.


O estilo da NBA 2019

by Eduardo Lautert


Mais uma semana que começa e mais uma temporada da NBA que termina.

E como tem sido cada vez mais frequente, a moda tem papel fundamental no dia a dia do esporte. E não é só dentro de quadra, com os sneakers personalizados e suas edições limitadas. Fora das quadras cada vez mais jogadores profissionais se mostram verdadeiros ícones de estilo, desfilando com looks elegantes e dignos de post em blogs de moda.

Dado isso, hoje celebramos o final de mais uma incrível temporada com os 10 jogadores mais bem vestidos do ano. Sem ordem, é claro. Afinal de campeão já basta o Toronto Raptots:


Botas brogue

by Eduardo Lautert


#sextou e a gente só quer ver o fim de semana chegar duma vez.

E sabe quem mais chegou? O inverno. Devagarinho, em algumas partes do país… Mas ele tá chegando sim. E não tem como falar de moda de inverno sem falar delas: as botas. Por isso que hoje a gente aborda o tema e ainda especifica em um modelo clássico que é pura elegância.

Brogue vem de "bróg” e significa sapato nos idiomas primitivos da Grã Bretanha na Idade Média. Caracterizado pelos furos e ornamentos no couro pesado, os chamados ‘brogueing’, que serviam para drenar a água, essas botas tem os tons de marrom e preto como seus principais expoentes. Suas combinações podem ir desde conjuntos despojados com calça jeans, chinos e peças básicas, até trajes e ternos formais (bermudas não, ok?). Na hora de escolher, prefira os modelos mais discretos, com menos brilho e desenhos.

Abaixo a gente separou uma galeria com referência de cores, modelos e combinações:


Referência pra homem: Karamo Brown

by Eduardo Lautert


#Quartou, minha gente. Então vamos ao que interessa.

A referência dessa semana vem direto do Netflix. Karamo Brown é um apresentador americano atualmente no comando (junto de outros 4 apresentadores) do programa Queer Eye. Com passagens por MTV, HuffPost e HNL, ele virou sinônimo de bom gosto e elegância por trás de famosos reality shows americanos. Ativista dos direitos e saúde LGBT, ele também tem participações em ONGs e iniciativas de direitos humanos como principais atividades.

Apesar de ser o ‘expert de cultura e lifestyle’ na série “Queer Eye”, seu guarda-roupas demonstra uma enorme afinidade com a moda. Peças dos mais variados estilos e muita habilidade para combinar cores, estampas e texturas. Nos tapetes vermelhos de prêmios e eventos, trajes muito bem cortados, unindo cores sóbrias com bastante atenção. Nos momentos mais despojados, peças confortáveis com espaço para combinações mais ousadas sem nunca perder a atenção para as medidas - sempre conhecendo bem o limite entre o elegante e o exagerado.


O estilo do Tony Awards 2019

by Eduardo Lautert


Mais uma semana que abre com tapete vermelho.

Aconteceu ontem, em Nova York, a 73ª edição do Tony Awards, o Oscar do teatro americano, celebrando os principais destaques dos palcos da última temporada. Apresentado pelo sempre elegante e divertido James Corden, a premiação também contou com estrelas do cinema e da televisão desfilando looks impecáveis.

Abaixo, como manda a tradição, uma galeria com os destaques:


O Talentoso Ripley - o filme

by Eduardo Lautert


#Sextou e se a ideia é curtir o final de semana e o inverno que já assola boa parte do país, temos uma dica elegante e excitante:

"O Talentoso Ripley", filme de 1999, é o uma ótima opção de entretenimento. Com um trio ainda jovem, talentoso e muito elegante formado por Matt Damon, Jude Law e Gwyneth Paltrow essa é mais uma película presente na nossa galeria dos filmes mais elegantes da história. Situado em sua maior parte na Europa, nas belíssimas cidades litorâneas da Itália, não é só o figurino e os atores que trazem beleza e graça para a tela.

Ripley (Damon) é um jovem inteligente e (né) talentoso, que viaja para a Europa em busca do filho de um grande empresário americano. Mordomias, badalações e intrigas nos melhores cenários europeus desenrolam uma produção cujo figurino é, até hoje, extremamente elogiado - servindo de inspiração para editoriais e coleções de moda desde então. Roupas com a temática náutica, penteados requintados e trajes muito bem combinados entre cores e estampas são alguns dos ingredientes que tornaram desse filme um clássico indicado a cinco Oscars e cinco Globo de Ouro.


Referência pra homem: Christopher Abbott

by Eduardo Lautert


#Quartou, pessoal. E vocês sabem o que isso significa.

A referência dessa semana vem do cinema. Christopher Jacob Abbott é um ator americano mais conhecido pelo papel de Charlie Dattolo na série "Girls", e que também aparece no filme "O Primeiro Homem" - como o astronauta David Scott, em “Vox Lux” e na série “Catch-22” - dirigida por George Clooney. Premiado e elogiado também como ator de teatro, hoje ele cumpre o papel de ícone de estilo com muito louvor.

Seu guarda-roupas é daquele jeito que a gente gosta: variado e ao mesmo tempo simples. Como? Texturas e estampas discretas, cores fáceis de combinar como marrom, cinza, azul, branco e preto, peças tradicionais e muita atenção para as medidas. Parece simples. E é simples. Quando cada um desses aspectos é respeitado e seguido sem perder o próprio estilo, é praticamente impossível não criar um figurino elegante. Independente se é um jeans com camiseta ou um traje social. Christopher Abbott é mais um dos tantos exemplos citados aqui que segue essas pequenas “regras” na hora de se vestir. Prova disso está na galeria logo abaixo:


Look da Festa Junina

by Eduardo Lautert


Adentramos junho com a graça dos dias mais frios na nossa cola.

E como é de se imaginar, as festas de São João chegam para aquecer e animar os nossos corações.

Mas e o look? O que vestir na Festa Junina? Essa é uma pergunta que todo ano a gente recebe. E a resposta é sempre a mesma: tanto faz. São João é lugar pra dançar, beber, se divertir e não deveria existir um dress code pra isso.

Mesmo assim, há quem faça questão. E é por consideração a essas pessoas que juntamos aqui 25 looks que combinam com o mood junino e com qualquer outra ocasião. O xadrez é infalível e sempre vai ser uma alternativa válida, mas também dá pra investir em listras, jeans, couro, estampas, tons terrosos e outras texturas. Botas, chapéus e outros acessórios são bem-vindos. Mas lembre-se daquela máxima de que forçar a barra é o primeiro passo para ficar mal vestido. E manter o aspecto natural e genuíno é fundamental para criar um visual elegante e, se for o caso, digno de São João.


Calça cáqui

by Eduardo Lautert


Khak, do persa, significa pó/empoeirado/cor de terra. Cáqui, no bom português, significa excelente alternativa para a calça jeans ou social.

Usado por muitos exércitos e até escoteiros, esse modelo virou uma peça fundamental no armário do homem moderno. Como dissemos ali em cima, sua cor geralmente varia entre os tons terrosos, semelhante ao bege e marrom. Assim como as calças chino, a cáqui se torna uma alternativa interessante para o dia a dia, independente da ocasião ou do clima.

Como também já falamos aqui, esse tipo de tom vai bem com inúmeras cores. Azul, preto, branco e cinza são algumas das combinações mais indicadas. Lembrando também que a regra de roubar cor pode se fazer presente sempre que necessário.

Abaixo a gente reuniu uma galeria com diversas opções de uso e possíveis combinações:


Referência pra homem: Ben Cobb

by Eduardo Lautert


A quarta-feira das referências tá de volta.

E não, a gente não tá nos anos 70. Mas o ícone dessa semana bem que poderia estar. Ben Cobb é o editor da revista internacional bianual Another Man. Famoso e frequentemente fotografado nos principais eventos de moda ao redor do mundo, Cobb é uma referência não apenas de elegância e bom gosto, mas de originalidade e identidade.

Como ele mesmo se descreve: "Meu visual é muito inspirado nos anos 70 - camisa desabotoada, jóias, alfaiataria, calça flare e sempre com uma bota de salto. Para mim, é a década mais chique da moda masculina". Aí você pode pensar “não é pra mim". Tudo bem, talvez não seja. Mas desapeguemos do visual e entremos na parte mais profunda, quando estilo deixa de ser um termo para definir roupa e vira a essência, algo que vem de dentro para fora e cria looks de uma forma verdadeira e natural.

Então, se Ben Cobb não é inspiração pelas roupas, que seja pela atitude de vestir o que combina com a sua personalidade. E isso, caros leitores, é moda.


O estilo do Festival de Cinema de Cannes 2019

by Eduardo Lautert


A semana tá começando. E com tapete vermelho e tudo a gente fala de um dos eventos mais elegantes do cinema internacional.

Terminou no último sábado a 72ª edição do Festival Internacional de Cinema de Cannes. Com destaque muito especial para “Bacurau” e “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, produções brasileiras vencedoras do prêmio do juri e da mostra Um Certo Olhar respectivamente, a Riviera Francesa recebeu alguns dos principais nomes do cinema e da cultura contemporânea em trajes inspirados. Divididos em momentos despojados durante o dia e formais nas exibições e premiações, o festival nos presenteia com looks dignos de aplausos de pé.

Vamos a alguns deles.


Referência pra homem: Nick Fouquet

by Eduardo Lautert


Chegamos no meio da semana. E vocês sabem o que isso significa: dia de referência.

Nick Fouquet é o cara por trás dos chapéus de de alguns dos artistas e esportistas mais famosos da atualidade. Nascido em Nova York, ele viveu na França e depois viajou para Austrália, Nepal, Marrocos, Nova Zelândia, Tailândia, Peru e Brasil antes de se estabelecer e criar a marca de chapéus homônima em Venice - Califórnia. Com uma produção tradicional e bastante artesanal, seus chapéus chegam a custar mais de mil dólares e o mailing de clientes tem nomes como Bob Dylan, Kate Moss, Lebron James, Gigi Hadid e David Beckham.

Mas não é só o chapéu que faz dele uma referência.

Dono de um estilo que mistura diferentes referências, ele une elementos da cultura country com uma pegada surfista e rock'n’roll. Como? Mesclando peças como jeans, couro, tênis de lona, flanelas, botas, lenços e acessórios como anéis, pulseiras e colares. Sem falar dos chapéus, óbvio. Sempre com abas mais longas e aspectos naturais, ele é uma referência infalível também na hora de adotar tal acessório. Estampas? Brilhos? Muito pouco. O mérito fica na combinação de cores e texturas naturais com bastante bom gosto e uma boa dose de desleixo. Afinal, como a gente sempre fala, quando a gente força a barra, o resultado fica ruim.


Decoração pra homem: Parede descascada

by Eduardo Lautert


Segundou. Acabou a mamata (do fim de semana) e por isso o post de hoje tem aquele caráter contemplativo.

Decoração é um assunto recorrente por aqui. E assim como quando a gente fala sobre moda, nem tudo funciona pra todo mundo e nem tudo agrada todo mundo. Independente disso, a gente fala hoje sobre uma estética que pode muito bem ser adotada em ambientes caseiros de diferentes formas.

A parede descascada e manchada não precisa ser sinônimo de desleixo e falta de capricho. Claro que depende do caso e higiene dentro de casa é fundamental, mas de uns tempos pra cá, mais e mais decoradores e arquitetos têm trazido uma estética também popular na moda, chamado por muitos de destroyed (destruído). E também como na moda, quando adotar, é interessante equilibrar com peças (ou, no caso da decoração), objetos e elementos mais neutros, com menos detalhes para evitar excesso de informação.

Abaixo vai uma galeria para inspirar:


Pea coat

by Eduardo Lautert


Sextou e com a graciosa visita da frente fria, abrimos a temporada dos posts de inverno.

Bastante comum entre homens e mulheres, o pea coat é uma "tendência" lançada pelos marinheiros do início do século passado e que dura até hoje. Tradicionalmente feito de lã e em tons escuros de azul, preto e cinza, ele também pode ser encontrado em algodão ou tecidos mais finos e sintéticos, além de possuir variações interessantes de cores e estampas. Seu abotoamento duplo (transpassado) é outra característica marcante.

De primeira ele pode parecer um casaco formal, quase como um blazer, mas não é para tanto. Ele pode sim ser usado com terno e gravata, mas também pode combinar muito bem com camisetas e calças jeans. Diferente do seu primo, o bridge coat, o pea é mais curto, terminando um pouco abaixo da cintura - o que faz dele um modelo mais versátil - enquanto que o bridge, mais comprido e até mais ajustado, é mais usado em ocasiões formais durante o inverno.

Proteção do frio com elegância e tradição.


Referência pra homem: Justice Smith

by Eduardo Lautert


Chegamos no meio da semana. E vocês sabem o que isso significa.

A referência da semana vem mais uma vez de Hollywood. Nascido em Los Angeles e com descendências africanas e européias, Justice Smith tem se destacado por seus recentes papéis em filmes como “Jurassic World”, “Pokémon: Detective Pikachu” e o recente “All The Bright Places”. E não é só pelas atuações que ele tem ganhado elogios. Seu bom gosto na hora de se vestir rende muitos elogios e um editorial na revista GQ americana no ano passado.

E não é por menos mesmo. Seu guarda-roupas é variado e bastante eclético, refletindo um estilo jovem contemporâneo. Ele flutua muito bem entre estampas, texturas, cores vibrantes e sóbrias. Além, é claro, de respeitar as medidas do corpo dos pés à cabeça independente da ocasião ou da peça. Por tudo isso ele figura na nossa lista de referências de estilo.

Mais evidências logo abaixo:


Casaco chore

by Eduardo Lautert


Segunda-feira e inverno dando as primeiras mostras da sua chegada. Cenário perfeito pro assunto de hoje.

O casaco chore traduz isso muito bem porque é funcional na sua essência. Expliquemos: chore vem do inglês e significa ”trabalho, tarefa, dever". Usado nas décadas de 20 e 30 como um uniforme de trabalho de mecânicos, marceneiros, fazendeiros e demais trabalhadores que precisavam carregar objetos pesados como martelos, chaves e afins consigo, ele foi tomando lugar na moda através de visuais mais rústicos e confortáveis.

Tradicionalmente de jeans ou lona, o casaco chore conta com vários bolsos largos e reforçados e geralmente usa tons azuis e marrons. Não demorou muito para o público adotar aquilo que se tornaria uma excelente alternativa de camada superior usada por cima de camisas, moletons e outros itens mais leves - virando uma peça versátil, atemporal e fácil de combinar.

Abaixo uma breve galeria com sugestões de uso e possibilidades de combinação:


O estilo do Met Gala 2019

by Eduardo Lautert


#Sextou, minha gente. E sim, a gente vai aproveitar o clima de pré-fim de semana para falar sobre o Met Gala.

Aconteceu no último dia 6, no Metropolitan Museum Of Art - em Nova York, mais uma edição de um dos eventos de gala mais importantes da moda internacional. Todo ano, na primeira segunda-feira do mês de maio, o baile reúne celebridades, designers e um grande catálogo de influencers internacionais para lançar a nova exposição do museu e também arrecadar fundos para o departamento de moda do mesmo.

Todo ano também é estipulado um dress code (que pode ou não ser seguido). Para esse ano o tema era baseado no ensaio “Notes On Camp”, da socióloga Susan Sontag, que estuda o amor das pessoas pelo extravagante e o não natural. Na moda, isso se expressa através de visuais extravagantes e irônicos, indo muito além do tradicional black tie.

A gente podia tecer uma centena de comentários sobre o exagero e a ousadia dos looks. Poderíamos reforçar aquela ideia de que o simples muitas vezes é a melhor alternativa e o corte que respeita as medidas do corpo é o ideal. Mas o Baile do Met é diferente, tem outra proposta e uma causa muito importante por trás.

Sendo assim, não vamos comentar os looks. Apenas apreciar o bom humor e a criatividade de cada um enquanto esperamos a chegada de mais um abençoado final de semana.


Príncipe de Gales

by Eduardo Lautert


Começou a semana e nesse clima a gente traz uma dica (não necessariamente uma novidade):

O Príncipe de Gales, como o nome mesmo sugere, vem do Reino Unido. E se vem do Reino Unido, as chances são grandes de estarmos falando de algo que esbanja elegância. Antes chamada de Glen Plaid, a estampa ganhou o novo nome devido ao seu maior entusiasta e responsável pela sua popularidade: o Duke de Windsor, então Príncipe de Gales.

Trata-se de um xadrez clássico, mais formal, sendo uma das estampas mais comuns no ramo da alfaiataria. Suas cores geralmente flutuam entre o cinza, preto, bege, marrom e azul, e a sua composição mais tradicional é feita em lã, podendo variar para o algodão, por exemplo. Suas aplicações são mais comuns em ternos (com colete) e trajes, mas também é comum vermos gravatas, casacos e até bolsas.

Título Real para deixar o figurino ainda mais elegante.


O estilo do Billboard Music Awards 2019

by Eduardo Lautert


#Sextou e a gente estende o tapete vermelho para a chegada do fim de semana.

Realizada no último dia 1º de maio em Las Vegas, na MGM Grand Garden Arena, a cerimônia de entrega dos Billboard Music Awards reuniu alguns dos principais nomes da música contemporânea.

Claro que os melhores e os piores momentos a gente mostra logo abaixo: