Sessão retrô: pregador de gravata

by Eduardo Lautert


Nossa sessão retrô de hoje é sim um pouco retrô. Mas também pode ser moderna, dependendo do ponto de vista.

Isso porque o pregador de gravata já foi um acessório bastante popular no passado. Hoje em dia ele funciona mais como um detalhe que pode transformar um costume inicialmente comum. Muito popular entre os homens de negócios (white-collar) e executivos, foi febre nos anos 50 e 60. Perdeu força (infelizmente) nos anos 80 e 90, maspode ser visto com alguma frequência nessa década.

A maioria deles possui algum formato ou imagem, como um símbolo da profissão, do signo, etc. Aconselha-se investir nos mais neutros, que possuem poucos detalhes, evitando quebrar muito o visual com formas e desenhos. A questão das cores pode variar, pois para os que gostam de peças mais coloridas e menos tradicionais, é possível optar por modelos com cores como azul, vermelho, verde e afins. É fundamental que ele possa combinar com a gravata e com o resto do traje. Para os mais tradicionais, indica-se os modelos prateados, mais até do que os dourados, pois são menos chamativos e mais discretos.

Quanto ao tamanho, não é muito bom que o pregador seja mais largo do que a gravata, melhor ser da mesma largura ou menor, desde que possa segurá-la com firmeza. Falando nisso, um detalhe básico e muito importante: o pregador serve para segurar a gravata e não só para enfeitar a roupa. Por isso, deve ser colocado segurando as duas partes da mesma (frente e trás) e a camisa, na abertura entre dois botões. A altura mais indicada é na linha do bolso da camisa ou do blazer. Nem muito pra cima, nem muito pra baixo.