Aquecimento Grammy 2015

by Eduardo Lautert


Início de ano é mesmo quente em termos de premiações. Tem Oscar, Globo de Ouro, SAG, Miss Universo (opa, apaga) e tem Grammy, o mais prestigiado prêmio da música internacional.

E se tem Grammy, tem gente elegante no tapete vermelho. E se tem gente elegante no tapete vermelho, tem pauta para nós. Certo? Certíssimo. Marcado para domingo, a partir das 23h de Brasília, a 57ª edição do evento promete. Dá só uma olhada no que rolou no ano passado:

Daft Punk, depois da edição do Grammy passado foram acusados de um crime sério: o de roubar a cena. Ok, tirando as piadas sem graça e os sapatos brilhantes, a dupla deu show em todos os sentidos vestindo Yves Saint Laurent.

Das boas novidades da música dos últimos anos, os caras do Imagine Dragons mostraram que entendem de música e moda. Ternos bem cortados e combinados com muita sabedoria.

Ryan Lewis e Macklemore protagonizaram um dos momentos mais emocionantes da festa. E um dos mais elegantes também. Faltou aliviar um pouco nos brilhos, mas mesmo assim a média ficou alta.

Tanta coisa estranha nessa imagem que nem sabemos por onde começar. Vencedor na categoria Best American Roots Song (pois é), Steve Martin também causou estranhamento pelo seu figurino. Nada de mais, mas nada a ver com a ocasião. Um terno mais escuro resolveria.

Os Deuses do metal também marcam presença. E quem somos nós para discordar dos seus figurinos? Ozzy e o baixista Geezer Butler (direita) até que mandaram bem. Tony Iommi (esquerda) foi quem se equivocou no corte do blazer. Mas de novo: quem somos nós para discordar de um dos maiores nomes do rock?

Falando em grandes nomes do rock, aqui temos mais um. Steven Tyler, que é conhecido pela sua grande paixão por roupas estampadas e coloridas, foi mais econômico dessa vez. Econômico demais, podemos dizer. O branco total ficou estranho. Sem falar nas unhas pintadas...

Gary Cark Jr não é só um dos principais nomes do blues/rock da atualidade. É também um dos mais bem vestidos da música. No Grammy Awards de 2014 o cara não deixou de lado o jeitão texano de vestir botas e chapéu. Pena que o alfaiate do cara, na hora de costurar os botões do blazer, esqueceu de colocar os óculos...

E 2014 também foi o ano do chapéu do Pharrell. Para muitos, um marco na moda. Para nós, um exagero. Tudo bem, Pharrell Williams é um dos caras mais criativos e consagrados da música atual, mas a pergunta permanece: precisava?