O estilo do Lollapalooza Brasil 2014

by Eduardo Lautert


Quem foi, amou. Quem viu pela tv, ficou com inveja dos que foram. Quem não viu, bom, para esses sempre vai existir o Youtube. E claro, o Moda Pra Homem.

Como prometido, nossa semana começa com um apanhado do que de melhor rolou nos dois dias de Lollapalooza Brasil, que aconteceu em Interlagos, nos dias 5 e 6 de abril. Aproveitem e deixem a segunda-feira de vocês um pouco mais com cara de fim de semana:

Arcade Fire
Designados para encerrarem o último dia de festival, os canadenses do Arcade Fire não decepcionaram. Na opinião de muita gente, eles fizeram o melhor show do fim de semana. Criatividade, alegria e talento em cima do palco. Tudo com um figurino caprichado ao melhor estilo circo indie rock.

Vampire Weekend Para delírio da galera alternativa que marcou presença em peso em Interlagos, Ezra e seus colegas de Vampire Weekend souberam manter a fama de banda animada, sintonizada com o público e muito bem vestida.

Vampire Weekend
Para delírio da galera alternativa que marcou presença em peso em Interlagos, Ezra e seus colegas de Vampire Weekend souberam manter a fama de banda animada, sintonizada com o público e muito bem vestida.

Cage the Elephant
Donos do posto de show mais elétrico da primeira edição do Lolla-BR, os rapazes do CTE souberam manter a escrita. Liderados por um Matt Shultz cada vez mais Iggy Pop e menos Kurt Cobain, a segunda aparição dos caras pelo Brasil também vai deixar saudades.

Julian Casablancas
Em mais uma passagem pelo Brasil, Julian Casablancas mostrou que não precisa (necessariamente) dos seus parceiros de Strokes para reunir milhares de fãs. Com o habitual visual sujo e elegante ao mesmo tempo (se é que isso é possível), Julian mandou hits da sua carreia solo e emocionou tocando Strokes para os fãs mais antigos.

Johnny Marr
Outro responsável por momentos de emoção no festival foi Johnny Marr. Ex-guitarrista dos Smiths, o inglês, do alto do seu figurino rockeiro britânico, embalou a multidão com sons de uma carreira solo de respeito e hinos inesquecíveis da época de Smiths.

Muse
Resposnável por boa parte da bilheteria, os ingleses do Muse não decepcionaram. Encarregados de encerrar o primeiro dia de festival, Matt Bellamy e cia. trouxeram ao Brasil a barulheira habitual. Tudo isso acompanhado de um visual dark moderno que já virou marca registrada. 

Jake Bugg
Presente em 99% dos festivais de música dos últimos anos, o inglês de apenas 20 anos fez papel de gente grande na frente da multidão que lotou Interlagos. Simples, dicreto e incorporando seus próprios ídolos como Noel Gallagher e Alex Turner, Jake é sempre um bom programa.

Phoenix
Poucas bandas têm o poder de dominar uma plateia. Phoenix é uma delas. Nas palavras de muitos presentes, Thomas Mars e seus colegas fizeram o melhor show do primeiro dia de Lollapalooza. Com direito a mosh, hits e aquela habitual elegância francesa, o quarteto atendeu a todas as expectativas.